Serviço Público

Numa leitura acidental da versão impressa do Expresso (que fez dieta e lavou a cara), deparei-me com dois textos interessantes e, de certo modo, didáticos. O primeiro é um mini-guia para o uso de cábulas com recurso às novas técnologias e é altamente sugestivo se se considerarem os cerca de 30 anúncios a cursos, pós-graduações e acções de formação que o semanário publica só no caderno pricipal. O segundo, vem catalogado como "Investigação Expresso" e expõe algumas técnicas engenhosas para fazer passar drogas pelos controlos alfandegários. A investigação baseia-se em entrevistas a duas reclusas do estabelecimento prisional de Tires e ao responsável da Polícia Judiciária para o combate ao tráfico de droga e conclui que a droga que chega a Portugal tem como origem Marrocos (Haxixe), a Holanda (Heroína e Ecstasy), o Brasil e a Venezuela (Cocaína) e que quem normalmente sai prejudicado quando os carregamentos são interceptados são os "correios". Quanta surpresa.

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