Archive for Junho, 2007

Gestão de projectos de software – dicas para o sucesso

Junho 5, 2007

São inúmeros os artigos e os estudos sobre projectos de desenvolvimento de software que referem as elevadas taxas de insucesso desses projectos. A minha experiência profissional confirma-os de uma forma bastante evidente sob a forma de atrasos nas entregas e custos para lá do estimado. É uma realidade difícil de contrariar e com causas muito variadas. Neste artigo de Tom Gilb disponível no Methods and Tools são propostas algumas medidas para ajudar a manter os projectos sob controlo. O artigo completo encontra-se aqui, mas deixo aqui um excerto da parte introdutória.

The principles for project control can be summarized by a set of ten principles, as follows:

P1: CRITICAL MEASURES: The critical few product objectives (performance requirements) of the project need to be stated measurably.

P2: PAY FOR RESULTS: The project team must be rewarded to the degree they achieve the critical product objectives.

P3: ARCHITECTURE FOR QUALITY: There must be a top-level architecture process that focuses on finding and specifying appropriate design strategies for enabling the critical product objectives (that is, the performance requirements’ levels) to be met on time.

P4: CLEAR SPECIFICATIONS: Project specifications should not be polluted with dozens of defects per page; there needs to be specification quality control (SQC) with an exit condition set that there should be less than one remaining major defect per page.


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Creatividade fiscal

Junho 4, 2007

A propósito deste post do Luiz Carvalho no INSTANTE FATAL, lembrei-me da história que ouvi de o governo holandês ter em tempos posto a hipótese de cobrar imposto sobre as milhas dos cartões de passageiro frequente das companhias aéreas. Se a moda pega, é uma questão de tempo até chegarmos aos cartões de fidelização dos supermercados e dos vendedores de combustíveis e às gorjetas no café.

Procura-se…

Junho 3, 2007

… ISP em Portugal que não faça distinção entre tráfego nacional e tráfego internacional!

De onde terá saído essa originalidade portuguesa? Tanto quanto sei (por conversas informais com conhecidos de alguns países europeus), em mais lado nenhum se faz distinção entre os dois tipos de tráfego. Aliás, essa distinção parece entrar em contradição com aquilo que deve ser a internet… um meio para encurtar distâncias e abolir fronteiras.

O acesso à internet já tem normalmente vários custos que são impostos aos utilizadores, como assinaturas mensais e linhas telefónicas (e se eu não precisar de mais nenhum telefone?) ou pacotes com dezenas de canais de televisão (e se eu não vir televisão?), mas uma oportunidade de negócio é sempre uma oportunidade de negócio, mesmo quando isso significa impor limite ao acesso dos utentes portugueses dos serviços de internet ao que se passa fora da net portuguesa. Será que alguém que use o Gmail e consulte com alguma frequência o seu mail, que veja alguns vídeos no YouTube ou no GoogleVideos, que ouça alguma rádio na net, que leia as notícias e uns blogs e que faça alguns downloads de software conseguirá fazer tudo sem incorrer em custos acrescidos? O meu tarifário em Portugal é limitado por tempo e não por volume de dados, portanto até esta altura nunca tive que pensar se ainda me resta tráfego internacional até ao final do mês, mas como esse tarifário é igualmente (ou ainda mais) limitativo… alternativas: procuram-se.

Seria de esperar que fosse possível fazer um contrato com um ISP em que se estabelece um valor mensal (razoável), se paga esse valor e se faz uso do serviço que se paga… sem ter que fazer mais contas. Mas não.


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Post actualizado

Junho 2, 2007

Publicação de nova regra em Condução em İstambul.