Resumo do tempo em Abril

Junho 24, 2010

Este é o relatório mensal referente ao mês de Abril. A informação climatológica daqui resultante vai sendo publicada nesta página que criei.

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Médias e valores extremos das temperaturas em Abril(ºC)

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Média da temperatura mínima = 12.0

Maior Mínima = 17.1

Menor Mínima = 6.3

Média da temperatura máxima = 20.5

Maior Máxima = 31.9

Menor Máxima = 14.0

 Temperatura - 201004

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Pluviosidade em Abril(mm)

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Total de chuva = 53.0

Máximo Diário = 15.9

Total de Dias Com Chuva = 8

 Precipitação - 201004

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Resumo do tempo em Março

Junho 24, 2010

Este é o relatório mensal referente ao mês de Março. A informação climatológica daqui resultante vai sendo publicada nesta página que criei.

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Médias e valores extremos das temperaturas em Março (ºC)

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Média da temperatura mínima = 9.7

Maior Mínima = 14.7

Menor Mínima = 3.7

Média da temperatura máxima = 16.3

Maior Máxima = 20.3

Menor Máxima = 12.2

 Temperatura - 201003

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Pluviosidade em Março (mm)

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Total de chuva = 100.9

Máximo Diário = 31.0

Total de Dias Com Chuva = 12

 Precipitação - 201003

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O Lince-Ibérico

Abril 23, 2010

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Coincidência Grunge

Abril 5, 2010

É uma daquelas coincidências difíceis de explicar, mas apercebi-me há relativamente pouco tempo que 5 de Abril é a data aproximada da morte quer de Kurt Cobain (Nirvana) quer de Layne Staley (Alice in Chains) – coincidem até no facto de a data exacta ser desconhecida. Ambos foram personalidades marcantes da cena grunge nos anos 90 e ambos tiveram a vida tragicamente abreviada pelo consumo excessivo de drogas. Não sendo propriamente uma data que deva ser celebrada, é pelo menos ocasião para lembrar as “grande malhas” que marcaram as carreiras de ambos.

Resumo do tempo em Fevereiro

Março 9, 2010

Este é o relatório mensal referente ao mês de Fevereiro. A informação climatológica daqui resultante vai sendo publicada nesta página que criei.

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Médias e valores extremos das temperaturas em Fevereiro (ºC)

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Média da temperatura mínima = 8.1
Maior Mínima = 13.8
Menor Mínima = 2.1
Média da temperatura máxima = 14.3
Maior Máxima = 19.4
Menor Máxima = 8.4

Temperatura201002_thumb1

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Pluviosidade em Fevereiro (mm)

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Total de chuva = 123.1
Máximo Diário = 16.1
Total de Dias Com Chuva = 21

Precipitao201002_thumb2

Nota: A maior rajada registada no temporal do dia 27 atingiu a velocidade de 99 km/h às 10:55 da manhã.

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Radiohead – High & Dry

Fevereiro 14, 2010

 

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Resumo do tempo em Janeiro

Fevereiro 9, 2010

Este é o relatório mensal referente ao mês de Janeiro. A informação climatológica daqui resultante vai sendo publicada nesta página que criei.

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Médias e valores extremos das temperaturas em Janeiro (ºC)

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Média da temperatura mínima = 8.6
Maior Mínima = 13.7
Menor Mínima = 0.8
Média da temperatura máxima = 14.2
Maior Máxima = 16.9
Menor Máxima = 8.2

 Temperatura - 201001

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Pluviosidade em Janeiro (mm)

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Total de chuva = 109.6
Máximo Diário = 29.7
Total de Dias Com Chuva = 13

Precipitação - 201001

Nota: Devido a um erro na importação de dados da estação para o Weather Display, verificou-se uma perda estimada de 29,44 mm de chuva entre os dias 13 e 17, bem como os correspondentes dados da temperatura do ar.

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Abate de árvores em viveiros

Janeiro 15, 2010

Via Árvores de Portugal.

Vodpod videos no longer available.

more about “Abate de árvores em viveiros“, posted with vodpod

Quem nunca passou por isto…

Janeiro 6, 2010

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Resumo do tempo em Dezembro

Janeiro 4, 2010

Este é o primeiro relatório mensal produzido com os dados da minha estação meteorológica. A informação climatológica daqui resultante vai sendo publicada nesta nova página que criei.

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Médias e valores extremos das temperaturas em Dezembro (ºC)

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Média da temperatura mínima = 9.3
Maior Mínima = 16.2
Menor Mínima = –0.2
Média da temperatura máxima = 15.6
Maior Máxima = 19.2
Menor Máxima = 9.3

Temperatura - 122009

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Pluviosidade em Dezembro (mm)

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Total de chuva = 163.3
Máximo Diário = 44.6
Total de Dias Com Chuva = 19

Precipitação - 122009

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Original vs. Cover

Dezembro 24, 2009

Cope-nada?

Dezembro 23, 2009

Mark Lynas, autor de Seis Graus – O Nosso Futuro Num Planeta em Aquecimento e autor do blog Mark Lynas’ climate blog, escreve sobre as razões que levaram ao fracasso da cimeira de Copenhaga.

The truth is this: China wrecked the talks, intentionally humiliated Barack Obama, and insisted on an awful "deal" so western leaders would walk away carrying the blame. How do I know this? Because I was in the room and saw it happen.

Artigo completo.

O tempo que fez… na última década

Dezembro 21, 2009

Análise cimatológica da década 2000-2009, Instituto de Meteorologia.

A análise dos dados meteorológicos preliminares para Portugal Continental indica que o ano de 2009 deverá classificar-se nos 10 mais quentes desde 1931, em relação à temperatura máxima e média do ar, com a temperatura média a situar-se cerca de 0.9ºC acima do valor médio de 1961-90 (normais de referência da Organização Meteorológica Mundial).

Nas últimas 4 décadas verifica-se que a década 2000-2009 foi, em relação à temperatura máxima, mais quente que a década 1990-1999, que por sua vez já tinha sido mais quente que a década anterior.

A tendência para um progressivo aquecimento á superfície, desde o início da década de 70 do século passado, é reflectida num aumento médio da temperatura média de 0,33ºC à década.

Esta tendência é confirmada com o registo da ocorrência dos 8 anos mais quentes depois de 1990 (1997, 1995, 1996, 2006, 1990, 1998, 2003 e 2009).

Durante a presente década verifica-se que só em 2008 se registaram valores de temperatura máxima e média inferiores ao valor médio 71-2000, sendo nos restantes anos sempre superior, realçando-se os extremos verificados n os anos de 2006 e 2009.

Em relação à precipitação verifica-se que durante a década 2000-2009, depois de 2004 só em 2006 se registaram valores de precipitação superiores ao valor médio. Nos restantes anos foi sempre inferior, sendo de realçar os anos de 2005 e 2007, que foram mesmo os mais secos desde 1931.

O relatório preliminar completo encontra-se aqui.

É impossível não reparar no facto de o relatório referir que nas últimas quatro décadas (desde 1970), se tem verificado uma descida dos valores da pluviosidade e uma subida  dos valores das temperaturas. Não fosse este um fenómeno global e poderíamos pensar que há um conjunto de alterações que a democracia trouxe à sociedade portuguesa que estão a ter impacto no nosso clima. Desde logo, o abandono do mundo rural e as migrações associadas (que podem ter efeitos como o de ilha de calor). Também o aumento brutal do consumo de energia relacionado por um lado com vulgarização do uso do automóvel, e por outro a melhoria das condições de conforto e de bem-estar da sociedade em geral.

Será que existem outras alterações na sociedade portuguesa nos últimos 40 anos que resultam em alterações do nosso clima? Ocorrem-me os incêndios florestais (que julgo terem-se tornado mais frequentes nas últimas décadas) e as alterações à própria floresta, de que é exemplo a introdução do eucalipto (que representa algo como 20% da floresta portuguesa) em substituição da floresta autóctone.

O tempo que fez ontem

Dezembro 10, 2009

Eis a minha nova estação meteorológica. Uma Oregon Scientific WMR200 completa com termómetro, higrómetro, anemómetro, catavento e pluviómetro, além da consola onde são mostrados todos os dados recolhidos. A estação já se encontra instalada e a funcionar em pleno. Não estou certo de que o local onde a estação foi instalada seja o mais indicado para uma recolha de dados isenta de inteferências de alguns edifícios ao redor, mas é o melhor local que tenho ao dispor para o efeito. A estação está instalada na zona da Ericeira, no lugar de Lapa da Serra a cerca de 2 km do mar.

Não sendo um entendido das questões da meteorologia, sou, pelo menos, um curioso da observação dos fenómenos e das variações meteorológicas. A esta curiosidade, juntei a constatação de que não há (que eu conheça) nenhuma estação meteorológica oficial no concelho de Mafra que permita a comparação com as normais climatológicas de Lisboa disponibilizadas pelo IM aqui. Apesar da próximidade geográfica, as diferenças no clima são bastante evidentes. A instalação (com uma grande dose de carolice) desta estação meteorológica é o primeiro passo para poder fazer essa comparação. De seguida, recorrendo ao Weather Display irei construir uma base de dados com a informação que for sendo recolhida pela estação. Futuramente espero disponibilizar aqui alguma da informação que for recolhendo e, quem sabe se um dia não porei os dados das observações online…

Para já, fica aqui algumas imagens do novo brinquedo.

 
A estação e o radiation shield.


Sensores de exterior montados no poste.

 
O pluviómetro.

 
A consola.

Flight of the Conchords – Business Time

Novembro 6, 2009

 

Obama’s Elf

Outubro 21, 2009

Recebido por e-mail.

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I Love Traffic

Setembro 29, 2009

Um jogo online que desafia o jogador a gerir um conjunto de semáforos de modo a evitar grandes congestionamentos. Como é habitual nestes jogos, a dificuldade aumenta de nível para nível e o vício também. Arghhh!

 
(Clicar na imagem para jogar)

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Resultados das eleições legislativas

Setembro 28, 2009

Os resultados finais das eleições legislativas estão disponíveis aqui. Nesses resultados vejo os seguintes aspectos:

Positivo –

  • Não há governo de maioria absoluta, a não-governabilidade do país sem maiorias absolutas é um mito criado por políticos que fogem das responsabilidades inerentes à governação;
  • A oposição terá maior poder de influência nas políticas do governo;
  • Um dos pequenos partidos fora do “grupo dos cinco” (PCTP/MRPP) obteve uma votação bastante respeitável – a responsabilidade aqui é sobretudo da comunicação social pelo modo parcial como trata os vários partidos políticos.

Negativo –

  • O parlamento continua entregue aos mesmos grupos de interesses, nenhum dos pequenos partidos fora do “grupo dos cinco” consegui eleger deputados à Assembleia da República;
  • No distrito de Lisboa, os votos em branco seriam suficientes (ou quase) para eleger um deputado. Embora esses votos tenham um significado como demonstração de descontentamento, talvez fossem mais úteis para esse fim se fossem usados para a eleição de deputados dos partidos sem assento na Assembleia da República;
  • A abstenção cresceu em valores absolutos (houve menos votantes do que há 4 anos) e representa, nesta eleição, uma faixa da população maior do que a do partido mais votado (embora seja díficil saber se o número de eleitores é real).

Que outros aspectos merecem relevância?

Reflexões no dia de reflexão

Setembro 26, 2009

Após duas semanas de campanha para as eleições autárquicas, estas são algumas das reflexões que apressadamente me ocorrem:

1. A luta pelo poder é tão intensa que a campanha pareceu um jogo do vale tudo. Desde insultos a acusações várias (que sempre surgem nestas alturas) cujo fundamento muitas fica por demonstrar (donde se pode talvez deduzir que serão falsas ou trunfos para lançar de novo em futuras batalhas), tudo veio a lume e no final, a ideia que fica é que independentemente de quem ganha, nada muda.
Outro aspecto relacionado com a luta pelo poder é o apelo ao voto útil. Este serve os interesses dos partidos com aspiração a governar mas por vezes parece transformar em inimigos os adversários políticos, além de que leva muitos eleitores a votar, não no que lhe dita a consciência, mas no que lhe parece ser um mal menor.

2. Habilmente, aquele que tinham que prestar contas pelos resultados da anterior legislatura conseguiram travestir-se de modo a vestir a pele do avaliador.

3. A cobertura dada pelos media à campanha teve sempre maior enfoque nos “casos” que foram sendo lançados dia após dia do que nas propostas que os eleitores deveriam avaliar.
Por outro lado, os pequenos partidos (actualmente sem assento no parlamento), foram mais uma vez ignorados (particularmente durante o período oficial de campanha), não só pelos media, mas também pelos partido com assento no parlamento, através da recusa em participar em debates conjuntos. Essa atitude sobranceira acaba por diminuir a democracia e de certo modo limitar as opções dos eleitores. Fica assim comprometida a possibilidade de tomar conhecimento de propostas alternativas, de ter maior diversidade e novos protagonistas no parlamento. Compromete-se também a possibilidade de mostrar aos “cinco” com assento no parlamento que o povo comça a estar cansado deles.

4. Será o novo parlamento o reflexo do povo que representa?

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O que estão eles a fazer em Mafra?

Setembro 21, 2009

A última vez que o concelho de Mafra viu algo parecido com as enormes mudanças que se têm verificado ao longo da última década (mais ano, menos ano), foi com toda a certeza no século XVIII aquando da construção do imponente convento de Mafra. Olhando para os mais recentes mandatos do actual Presidente da Câmara, é impossível dizer que não foi feita obra. Aquelas que o eng. Ministro dos Santos quererá ver recordadas serão com certeza as infraestruturas rodoviárias, o renovado (ou construído de raíz) parque escolar, o saneamento básico (cuja conclusão foi mais célere na propaganda do que no terreno) e outras obras menores ligadas ao turismo e ao desporto. Sem dúvida que estas obras contribuem de forma positiva para o desenvolvimento do concelho e para a melhoria da qualidade de vida dos seus munícipes.

Há porém uma série de contrapartidas que o concelho tem que dar em troca do financiamento que permite toda esta modernidade e… chamemos-lhe progresso. Julgo que a mais evidente serão as receitas de licenciamento de habitações. O parque habitacional do concelho de Mafra cresceu de tal forma que já pouco diferencia as (outrora) pequenas vilas do concelho das cidades-dormitório nos concelhos limítrofes de Lisboa. Na Ericeira, densidade de áreas construídas é de tal modo elevada que são raros os espaços verdes nas zonas com novas construções. Além disso, a actual elevada quantidade de anúncios de venda de apartamentos sugere que a taxa de ocupação dos fogos existentes não será particularmente elevada, o que de certo modo justifica a ideia de que as tais licenças de construção são um modo priveligiado de finaciamento da Câmara (em consonância com o resto do país, diga-se).

Outra das contrapartidas parece ser a atribuição de licenças para construção de superficies comerciais. Mafra deve ser o concelho de Portugal com maior número de supermercados por habitante. A sua maioria construída nos últimos 8-10 anos. As principais cadeias de supermercados a operar em Portugal (Dia, Intermarché, Jerónimo Martins, Lidl e Sonae), têm entre si cerca de 10 supermercados distribuídos por Ericeira, Mafra e Malveira. O que há de comum a quase todos eles é que estão afastados do centro da vilas, o que incentiva as deslocações de automóvel, e causam sérias dificuldades ao pequenco comércio local – na verdade, isto aplica-se a quase todas as novas superficies comerciais, o defeito será do paradigma adoptado pelas grandes distribuidoras.

Outros negócios em que a Câmara está envolvida e que são particularmente dispendiosos para os munícipes são as águas e, mais recentemente, a auto-estrada A21.
No negócio das águas, Mafra foi pioneira e terá sido mesmo o primeiro municipio português a privatizar os seus serviços de água e saneamento. A Câmara ter-se-á livrado dos custos de administração daquela infraestrutura, porém os munícipes ficaram com uma das tarifas de água mais caras do país (actualmente em 0.80€/m3 contra 0.50€/m3 em Oeiras/Amadora, por exemplo).
Quanto à A21, outro negócio em que a Câmara de Mafra revela pioneirismo, não só pelo envolvimento na construção com privados mas também pela participação no negócio da exploração, estão, de novo, os munícipes sujeitos aos mais elevados custos para serviços equivalentes (por exemplo a A1 custa cerca de 0.07€/km para o trajecto completo contra 0.10€/km da A21)

Como acima referi, não é possível afirmar que a Câmara de Mafra não fez obra nos mais recentes anos de vigência desta gestão, porém, os custos dessa obra começam a tornar-se demasiado pesados para que este modelo de gestão continue por muito mais tempo. Seria bom aproveitar as próximas eleições autárquicas para dar esse sinal ao actual Presidente da Câmara.


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